Neste webinar, Mateus recebe Aline, advogada especializada em telecom, pra falar do problema invisível que cresce na proporção em que o vertical ISP atrai dinheiro de investidor: a fraude contratual. Quando provedor regional vira ativo desejado por fundo, surge também a indústria de calote profissional.
Os tipos mais comuns
A fraude clássica é contrato em nome de terceiro — alguém usa CPF de parente, vizinho, conhecido. Quando o débito aparece, o titular nega tudo. E sem documentação robusta na ponta da venda, o provedor perde tempo, perde equipamento e perde no judicial.
Aline, advogada
Aline listou os principais vetores: contrato em nome de terceiro, golpe do equipamento (cliente assina, recebe roteador/ONU, e revende), cliente fantasma (CPF emprestado pra pular fidelidade do concorrente), e o calote em série — cliente que pula de provedor em provedor a cada 90 dias, antes da negativação refletir.
Como se protege juridicamente
A advogada foi enfática: documento físico ou digital — mas sempre com prova de identidade. “Foto do RG não basta. Você precisa de selfie com documento, IP do dispositivo, geolocalização do momento do aceite. Em juízo, o provedor que tem essa camada ganha. Quem tem só PDF assinado perde.”
Negativação preventiva via Serasa, integrada na esteira de vendas, é o que separa o provedor que sangra dinheiro do que crescimento saudável. Não é punir o cliente — é proteger a base.
Aline, advogada
A esteira como camada de defesa
Aline reforçou o que Datacake já faz na Esteira de Vendas: análise de crédito inteligente, captura de IP/dispositivo no aceite, biometria opcional via parceiros (ZapSign, Clicksign) e integração com bureaus. “Tecnologia não elimina fraude. Mas filtra 90% das tentativas antes da instalação.”
Veja como a integração da Datacake com bureaus e assinatura digital reduz o risco de fraude.
