Neste webinar, Mateus e Pedro, da agência Mood On, enfrentam de frente uma pergunta que todo dono de provedor faz: vale a pena contratar agência de publicidade ou monto time interno?
Agência genérica vs especializada
Provedor que contrata agência tradicional gasta dinheiro educando o atendimento sobre o mercado de telecom. Quando a agência entende o jogo, o contrato já tá no fim. Vertical é diferente — agência especializada em ISP já chega com vocabulário, métricas e referências.
Pedro, Mood On
Pra Pedro, o problema não é agência — é agência sem repertório da vertical. “Faz toda diferença quando o estrategista já viu o mesmo problema em outros 20 provedores. Não tem curva de aprendizado.”
Quando faz sentido time interno
Pedro foi honesto sobre o limite: “Provedor com 30+ mil assinantes e múltiplas cidades começa a ter volume e complexidade que justificam estrutura interna. Abaixo disso, o time interno fica subaproveitado — paga salário cheio mas o cara não tem o que fazer 60% do tempo.”
O modelo híbrido funciona melhor: um líder de marketing interno (estratégia, briefing, gestão de KPI) + agência especializada na execução criativa, mídia paga e produção de conteúdo. Cada um faz o que faz melhor.
Pedro, Mood On
As entregas que importam na vertical ISP
Pedro listou o que pedir da agência (própria ou contratada): presença orgânica no Instagram e Facebook, mídia paga regionalizada (Meta Ads + Google Ads geo-targeted), produção de conteúdo em vídeo (lives, posts de dica), endomarketing (comunicação com time interno) e monitoramento de reputação (Reclame Aqui, Google reviews, redes sociais).
A Datacake gera os dados de venda e atendimento que alimentam decisões de marketing — mostrando de onde vem cada lead, qual canal converte melhor, onde o CAC tá fora do controle.
