Totem de autoatendimento, no contexto de um provedor regional, é um equipamento de PDV — tela touch + impressora térmica + opcionalmente câmera, leitor de QR code e maquininha de cartão — operando como extensão digital da loja física do ISP. O cliente interage sozinho, sem precisar de atendente, pra resolver tarefas que hoje consomem tempo de recepcionista.
O que o cliente faz no totem
As 4 funções mais usadas no totem da vertical ISP: impressão de segunda via de boleto (identificação por CPF, baixa automática), pagamento via Pix (QR code direto na tela, baixa em tempo real no ERP), pagamento via cartão com TEF integrado, e captação de lead pra quem entra na loja querendo contratar. Cada interação reduz uma chamada no SAC ou uma fila na recepção.
Onde o totem vai
Recepção do escritório próprio é o lugar óbvio — substitui a fila de pagamento. Mas o totem brilha mesmo em ponto parceiro: farmácia de bairro, mercado, lotérica, posto de combustível. O provedor expande presença em cidades onde não tem escritório físico, mantém branding (totem todo personalizado com marca do ISP) e libera o ponto parceiro pra ganhar tráfego.
Pandemia, filas, cidade pequena. O pessoal adorava ir pro escritório pegar o papelzinho. A vigilância passando porque não podia ter duas pessoas no local. A Datacake rapidamente pensou em uma solução.
Thaíse Oliveira, gestora de implementação Datacake
Não é só hardware
O totem moderno é software + hardware. O software roda integração com ERP do provedor (IXC, MK, HubSoft, Voalle, SGP), gera relatório de uso, atualiza promoções remotamente, e roda tela de descanso com mídia personalizada. O hardware vira commodity — a inteligência está em quem opera o backend.
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